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terça-feira, 29 de novembro de 2011

Receita: Mix de óleos para reduzir gordura

Olá,

Olha só essa receita de mix de óleos. 
Agora, na reta final para o verão, esse mix vai dar uma acelerada na perda de peso e gordura. Mas, lembre-se que não existem milagres! Dieta equilibrada e exercícios físicos ajudam nesse processo.



Ingredientes:
1 colher de sopa de óleo de coco extravirgem
1 colher de sopa de azeite de oliva extravirgem
1 colher de sopa óleo de linhaça dourada

Modo de preparo: Misture todos os óleos e armazene em um galheteiro com tampa, protegido da luz (dentro do armário, por exemplo). Para variar, acrescente ramos de alecrim, manjericão, sálvia, etc. Use 1 colher de sopa nas refeições e não aqueça esses óleos. 

Bom né? 
Beijos ;)

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Tire suas dúvidas sobre o leite

Oie, tudo bem com vocês?

Hoje o post é sobre leite, um alimento muito polêmico :)

O leite é um alimento rico em proteínas, aminoácidos essenciais, carboidratos, gorduras, vitaminas A e D, cálcio, magnésio, fósforo e potássio.
Estudos indicam que seu consumo excessivo, principalmente por crianças, pode aumentar o risco de se ter anemia. Isso se deve ao fato de o leite ser pobre em ferro. Além disso, o leite é rico em proteínas (caseína e proteína do soro) e cálcio, nutrientes que inibem a absorção do ferro pelo organismo.
O famoso leite fermentado (que possui lactobacilos vivos) é um ótimo alimento, com diversas funções em nosso organismo. Auxilia na regulação do trânsito intestinal (tanto em prisão de ventre e constipação quanto em casos de diarreia), aumenta a imunidade, recompõe e mantém a flora intestinal, melhorando a absorção de nutrientes, dentre outros benefícios.
Existem doenças que impedem ou requerem uma redução na ingestão do leite. São os casos da alergia e da intolerância a esse alimento.
A intolerância ao leite é na verdade uma intolerância à lactose, o açúcar do leite. O organismo não digere esse açúcar, por deficiência (total ou parcial) da enzima lactase.
A lactose chega ao intestino e não é digerida, pela falta da enzima. Ocorre então a fermentação desse açúcar, pelas bactérias ali presentes.
Isso pode levar a um desconforto abdominal, gases e diarreia.
Nesse caso, o indivíduo deve evitar consumir produtos que contenham lactose para evitar os sintomas. O iogurte pode ser bem tolerado.
A alergia à caseína (proteína) é uma reação do sistema imunológico, muitas vezes causada pela introdução prematura do leite de vaca às crianças, que deveriam ser alimentadas pelo leite materno (exclusivamente até os 6 meses de vida).
Essa alergia pode causar vômitos, diarreia, dor abdominal, gases, sangue nas fezes e alergia na pele (vermelhidão).
Nesse caso, a exclusão do leite (de vaca e o materno) é fundamental.
Muito se fala de os seres humanos serem os únicos seres vivos que continuam a tomar leite, mesmo após o desmame.
Diversos estudos mostram que alergias (como a citada anteriormente), doenças respiratórias, acne, entre outras doenças, podem ser causadas pelo consumo excessivo de leite e derivados (como o que ocorre atualmente, com o aumento dos produtos industrializados – Você já reparou nos rótulos desses alimentos? Mesmo aqueles que nem imaginamos, contêm leite. Dê uma olhada).
Na realidade, existem outros alimentos que substituem muito bem os nutrientes presentes no leite.
O cálcio pode ser encontrado na sardinha e nos vegetais verde-escuros.
A vitamina D está presente na luz solar, salmão, castanhas e atum.
Cenoura, mamão e abóbora são exemplos de onde encontrar a vitamina A.
O magnésio está presente em folhas verde-escuras, castanhas, feijão, cereais integrais e frutos do mar.
O leite de soja, já possui adição de vitamina D e cálcio, tendo a vantagem de não conter gordura saturada.
Quem não abre mão do leite, deve preferir o leite fermentado e o iogurte, que possuem bactérias benéficas ao nosso organismo, além de não exagerar no consumo do leite, queijos e derivados.


Agora vamos aos tipos de leite encontrados no mercado:
Leite pasteurizado tipo A: É integral, possui boa qualidade microbiológica (ou seja, não contém microorganismos que causam doenças). Deve ser armazenado na geladeira (abaixo de 10°C), mesmo antes de aberto.
Leite pasteurizado tipo B: Também é integral e possui média qualidade microbiológica (pode conter coliformes fecais). Deve ser armazenado na geladeira (abaixo de 10°C), mesmo antes de aberto.
Leite pasteurizado tipo C: Pode ter parte da gordura retirada. Possui baixa qualidade microbiológica. É extraído por ordenha manual. Deve ser armazenado na geladeira (abaixo de 10°C), mesmo antes de aberto.
Os leites descritos acima devem ser fervidos antes do consumo.
Leite UHT (longa vida): Esse leite é submetido a altas temperaturas (130 a 150°C) por 2 a 4 segundos, seguido de um rápido resfriamento. Esse processo o deixa livre de qualquer contaminação e não necessita utilizar conservantes. Não necessita ser guardado na geladeira antes de aberto. Após aberto, consumir em 48h.
Leite integral: Possui no mínimo 3% de gordura em sua composição. Possui praticamente o dobro de calorias que o leite desnatado (dependendo da marca).
Leite semi-desnatado: Possui de 2,9 a 0,6% de gordura. É uma ótima opção para quem não se adapta com o sabor do leite desnatado. Por possuir certa quantidade de gordura, auxilia a absorção da vitamina D (lipossolúvel, depende da gordura para ser absorvida).
Leite desnatado: Possui no máximo 0,5% de gordura. É o mais indicado em dietas de emagrecimento, redução dos níveis de colesterol e doenças do coração.
Segundo a pirâmide de alimentos adaptada para a população brasileira, o consumo de leite e derivados deve ser de 3 porções diárias. O ideal é não exagerar, pois tudo em excesso faz mal à saúde. E como descrito acima, os excessos do consumo do leite pode causar diversas doenças. Portanto, equilíbrio!!


Ficou alguma dúvida? Mande um e-mail que eu respondo!!


Beijos ;)

Fonte: http://www.scielo.br/pdf/rn/v12n1/v12n1a06.pdf
Philippi, Sonia Tucunduva. Nutrição e Técnica Dietética - Barueri, SP: Manole, 2003

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Cortes de carne bovina

Olá,



É verdade que a carne vermelha é gordurosa, mas não precisa ser evitada no processo de reeducação alimentar e redução de peso. Há cortes mais magros que outros, e preparados de modo correto, não atrapalha a dieta.
O ideal é retirar toda a gordura aparente da carne antes de prepará-la, mesmo dos cortes mais magros. Evitar frituras e empanados também ajuda a reduzir bem a quantidade de gordura do prato final.
Prefira carnes sempre cozidas, ensopadas, assadas ou grelhadas.
Como temperos, prefira os naturais (cebola, alho, cebolinha, salsinha, alecrim, coentro, manjericão...) e evite os prontos, pois eles contém muito sódio, que irá te deixar muito inchada e até aumentar uns quilinhos.
Quando fizer a carne ensopada, prefira molho de tomate (se possível, natural), variando com legumes e temperos naturais. Evite molho branco e creme de leite, que são muito gordurosos e ainda possuem cálcio, que compete com o ferro da carne, reduzindo sua absorção. Seu consumo frequente pode levar à anemia ferropriva.
Segue abaixo a lista de carnes gordas e carnes magras:

Cortes de carnes bovinas magras: lagarto, filé mignon, coxão duro ou chã de fora, coxão mole ou chã de dentro, patinho, alcatra, maminha de alcatra e músculo;

Cortes de carnes bovinas gordas: picanha, fraldinha, acém, capa de filé, filé de costela, contrafilé, ponta de agulha, braço, pá ou paleta, aba de filé e pescoço.

Espero que tenham gostado das dicas e que as coloquem em prática hein? heheheh
Beijos!

Fonte: Guia de nutrição: nutrição clínica no adulto. Cuppari, L. 2ª Ed., Barueri, SP. Manole, 2005